Autor: Suely Santos Page 1 of 4

III Fórum do Caminho dos Goyazes

Vamos construir os CAMINHOS DO PLANALTO CENTRAL ?

_De Brasília para o Brasil pelas trilhas do cerrado.

Imagine três arcos cruzando o DF em mais de 400 km de trilhas para ciclismo, caminhadas e cavalgadas, conectando paisagens, Unidades de Conservação, história e cultura da nossa região, formando os Caminhos do Planalto Central. 

➡A construção desses caminhos é uma iniciativa da sociedade civil, com apoio de órgãos ambientais, como IbramICMBio, seguindo os exemplos bem sucedidos de parceria dos Caminhos da Flona, das Ecotrilhas da Serrinha do Paranoá e outras pelo País 🦶🏽. 

🔜Num segundo momento, essas rotas devem fazer parte do Caminho dos Goyazes, ligando a Cidade de Goiás à Chapada dos Veadeiros, compondo o Sistema Nacional de Trilhas de Longo Curso – Rede Trilhas. Já pensou?

III Fórum do Caminho dos Goyazes

  • Data: 25/05
  • Horário: 14h às 17h
  • Local: Espaço Israel Pinheiro (Bosque dos Constituintes, abaixo da Praça dos Três Poderes)

✅O objetivo do III Fórum é integrar parceiros e definir o Plano de Ação para implantação das trilhas.  

 Vamos fazer parte dessa caminhada?  

Todos podem colaborar: voluntários, empresas e instituições parceiras e que se identifiquem com o tema.

Informações: (61) 98151-8991 – Suely

Inscrições: Preencher o formulário disponível em www.rebas.com.br

Siga e compartilhe:

TCO 2019 – 17-19/05

Veja as fotos que o Pivoto tirou no Sprint – 17/05:

Veja as fotos que o Pivoto tirou no Percurso Longo – 18/05:

Siga e compartilhe:

Feliz Dia das Mães!

O mundo não é maternal – Martha Medeiros

É bom ter mãe quando se é criança, e também quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.

O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passamos fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.

O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim, de slogans e estatísticas.Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta, exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.

Siga e compartilhe:

Page 1 of 4

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén